Redução de 75% nos custos de contratação, com maior precisão na atração de talentos em processos de alto volume.
- Empresa global do setor industrial
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Skip to main contentO debate sobre IA costuma começar pela tecnologia. Mas o retorno sobre o investimento raramente depende apenas dela.
Muitas organizações investem em ferramentas, conduzem pilotos e ampliam acesso, sem que isso se traduza em impacto mensurável nos resultados do negócio.
Por quê?
Porque a IA não transforma empresas sozinha. Ela amplia, para o bem ou para o mal, a maturidade da liderança, a qualidade das decisões e a clareza estratégica já existentes.
Quando bem integrada, a IA:
O verdadeiro poder da IA está na combinação entre inteligência humana e capacidade analítica em escala.
A liderança define o tom de toda a organização. Se há insegurança em relação à IA no topo, ela rapidamente se espalha pelo restante da empresa.
Líderes preparados para a IA trazem clareza e confiança desde o início. Avançam com velocidade, mas sem imprudência. Olham além de projetos-piloto pontuais e trabalham para gerar impacto consistente e duradouro. E quando a transformação impulsionada por IA se torna mais complexa, como inevitavelmente acontece, são eles que sustentam a visão estratégica e evitam desvios de rota.
Isso exige disposição para aprender, desaprender e evoluir continuamente. E, sobretudo, para abrir espaço para que suas equipes façam o mesmo.
Quando a liderança demonstra essa abertura, a sinergia entre humanos e IA alcança um nível e uma velocidade de transformação que a tecnologia, sozinha, jamais alcançaria.
Equipes preparadas para a IA são aquelas que têm as competências e as ferramentas necessárias para incorporar a IA ao trabalho diário. Entendem como a tecnologia reduz fricções, acelera entregas e aumenta a produtividade. E sabem, com clareza, quando o julgamento humano deve liderar.
A cultura faz toda a diferença. Quando as equipes se sentem seguras para experimentar e questionar sem receio de errar, a curiosidade deixa de ser exceção e passa a fazer parte da forma de trabalhar. Nesse contexto, a IA deixa de ser algo imposto e se torna um recurso adotado pelas próprias equipes, ampliando sua capacidade de gerar resultados.
“No centro de toda organização preparada para a IA está a parceria entre humanos e tecnologia - pessoas e inteligência artificial aprendendo e evoluindo juntas.”
Bryan Ackermann, Head de Estratégia e Transformação em IA, Korn Ferry
Empresas não se tornam preparadas para a IA por acaso, e muito menos apenas por investir em tecnologia. A preparação começa na forma como o trabalho é estruturado: como funções são organizadas, como responsabilidades são distribuídas, como decisões são tomadas e como pessoas e tecnologia se articulam para gerar resultado.
Quando sistemas são robustos e os dados são confiáveis, a IA ganha escala naturalmente e passa a sustentar decisões mais rápidas e precisas. Quando o desenho organizacional é consistente, a IA deixa de ser experimento e se torna parte do modelo de operação do negócio.
Mas quando essa base não está bem estruturada, até a melhor tecnologia perde impacto, e o investimento não se traduz em vantagem competitiva.
“O verdadeiro insight é perceber que a IA não é apenas uma ferramenta para fazer o mesmo trabalho mais rápido. Ela é uma forma de transformar o próprio trabalho.”
Shanda Mints, VP de Estratégia e Transformação em IA, Korn Ferry
A IA está redefinindo a forma como as empresas contratam. Atuando como copiloto dos recrutadores, analisa currículos em segundos, identifica combinações mais aderentes e contribui para reduzir vieses no processo. O resultado é mais agilidade na tomada de decisão e uma experiência mais qualificada para candidatos e equipes.
Mas a tecnologia é apenas parte da equação. O impacto real acontece quando IA e pessoas atuam de forma complementar. Os dados apontam competências e padrões com precisão; o julgamento humano avalia potencial, contexto e aderência cultural, fatores decisivos para o sucesso no longo prazo.
Empresas que utilizam IA em seus processos de contratação registram 30% mais agilidade na formação de shortlists e taxas de sucesso 2 a 3 vezes maiores em buscas complexas.